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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

The last.



What blindness, such misery that despites me, such words of trust my heart now cries. Beautifulness, we promised. Bridges of fantasy, we built. And now the wind comes, with the butterflies spring, to fade away the promises we did.

11/04/2011

Demons Inside

Às vezes sinto este ódio,
Este rancor, esta vontade de negligência,
Esta vontade de fazer mal,
Como que uma explosão de energia de dentro para fora
Para se mostrar em força, em raiva, indiferença.

Morte a isto, que me canso já…
Que dor é esta, que demónio possui as minhas mãos…!
Já me canso…
E essa Paz eterna, e a Santa Madre Igreja?
E os Padres e o Papa, e o Deus e o irmão Cristo!?
Esse que tira a cegueira, a surdez e a loucura e a paralisia!?
Leva os doentes daqui, mata-os,
Tal qual filhos bastardos mortos por asfixia?!

Sim, que se falem dos pecados e dos crimes hediondos…
Que se fale da mentira e da sofreguidão,
Dessa ganância, ostentação medonha… Que se fale alto,
Que toda a gente oiça!!

Este mundo é pecado, e não há ninguém que se safe à foice
Desse amigo de preto e corpo branco, que traz o frio e o vazio consigo…

Que se rasgue o branco de vez. Tudo é sem escrúpulos no fundo. Porque tudo é farsa e mentira.